quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Angústia x Palavras = Loucura
Cá dentro do peito a saudade mata.
Cá dentro do peito vem uma angústia que corta.
Cá dentro do peito aprisionada a vontade.
Cá dentro do peito as palavras.
Trago em mim a minha e a tua tristeza.
Trago em mim a vontade de chorar no teu ombro.
Trago em mim a louca certeza.
Trago em mim um pouco de tudo.
Nos meus olhos param teus gestos.
Escondem vergonhas caladas e perdidas no tempo.
Os momentos, as horas, o teu silêncio... a minha vida.
Escolho que assim seja.
E que passes por mim sem que te doa
Por mais doloroso que para mim fique.
"E que minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a outra metade...
...também."
Cá dentro do peito vem uma angústia que corta.
Cá dentro do peito aprisionada a vontade.
Cá dentro do peito as palavras.
Trago em mim a minha e a tua tristeza.
Trago em mim a vontade de chorar no teu ombro.
Trago em mim a louca certeza.
Trago em mim um pouco de tudo.
Nos meus olhos param teus gestos.
Escondem vergonhas caladas e perdidas no tempo.
Os momentos, as horas, o teu silêncio... a minha vida.
Escolho que assim seja.
E que passes por mim sem que te doa
Por mais doloroso que para mim fique.
"E que minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a outra metade...
...também."
domingo, 23 de dezembro de 2007
Feliz Natal =)
Que as crianças não sintam fome nem frio!
Que os olhos se encham com as constelações e brilhos de mil alegrias!
Que sorrisos brotem em cada rosto!
Que a saudade não impeça ninguém de sonhar!
Que os dedos se entrelacem e os abraços nos façam maiores!
Que ninguém se esqueça do próximo!
Que a solidão não passe de um mito!
Que nos tornemos um pouco melhores em cada dia que passe...
Que, não só no Natal como nos outros dias, toda a gente possa sentir a verdadeira felicidade de amar.
Que, não só no Natal como nos outros dias, toda a gente possa sentir a verdadeira felicidade de ser amado.
Para as pessoas que fazem parte da minha vida e das minhas constelações, eu desejo um Feliz Natal. Que o vosso brilho verdadeiro e natural nunca se apague.
Obrigado por me aquecerem o coração!
Que os olhos se encham com as constelações e brilhos de mil alegrias!
Que sorrisos brotem em cada rosto!
Que a saudade não impeça ninguém de sonhar!
Que os dedos se entrelacem e os abraços nos façam maiores!
Que ninguém se esqueça do próximo!
Que a solidão não passe de um mito!
Que nos tornemos um pouco melhores em cada dia que passe...
Que, não só no Natal como nos outros dias, toda a gente possa sentir a verdadeira felicidade de amar.
Que, não só no Natal como nos outros dias, toda a gente possa sentir a verdadeira felicidade de ser amado.
Para as pessoas que fazem parte da minha vida e das minhas constelações, eu desejo um Feliz Natal. Que o vosso brilho verdadeiro e natural nunca se apague.
Obrigado por me aquecerem o coração!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Crescer um pouco mais... sim?!
Tudo pára e nada acontece. Tudo à minha volta sofre irremediavelmente uma perda de cor. O céu parece mais longe e nada me sustenta. Prefiro sair a rua e olhar as pessoas do que ficar em teus braços esperando um sinal mais puro, mais verdadeiro de preocupação. O ar frio corta e os olhos choram aquilo que está há muito cá dentro de mim. Deixo saltar do peito o teu sorriso e perco-o no passeio. Sem querer dizer nada de especial, pelo menos o significado fica oculto do mundo. Nem eu o agarro. Não foi preciso abrir-te a sombrinha para te abrigares. Sempre achaste que a chuva só molha os parvos. Escolhi ficar na rua, em vez de ficar nos teus braços... a chuva molha e todos nós nos molhamos de vez em quando. Por onde vá tudo parece simples e complexo. E eu tento escolher o melhor. Cansada, não paro de tentar. E tento entender as pessoas. E tento entender a vida. Mas sou tão pequena.
As horas passam... a vida passa... será que continuo pequena? Qual a diferença? Serei sempre pequena aos teus olhos. E depois de tanta luta parece que tudo muda e eu fico igual. Tu ficas igual, mas mais longe. Peço-te que me deixes crescer! Deixa-me magoar. Deixa a chuva molhar-me. Eu fico bem...
As horas passam... a vida passa... será que continuo pequena? Qual a diferença? Serei sempre pequena aos teus olhos. E depois de tanta luta parece que tudo muda e eu fico igual. Tu ficas igual, mas mais longe. Peço-te que me deixes crescer! Deixa-me magoar. Deixa a chuva molhar-me. Eu fico bem...
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Saudade
É tão português e tão sofredor. No coração permanece a lembrança e todos os dias em alento da saudade me lembro dos teus olhos, dos teus carinhos. Amanhã vamos estar juntos outra vez. E depois, e depois… Obrigada por te entregares a mim. Sinto-me uma pessoa melhor ao teu lado e floresço com o teu sorriso. A plenitude da felicidade acompanha-me agora e solto as asas. Solto o meu coração no vento para quem o quiser apanhar. A chuva já não molha nem resfria. E o vento já não leva mais pedaços de mim. Porque agora eu somos nós. E nós somos mais.
Saudade de ti. Gosto de ti. <3
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Zombie
pode ser por ser demasiado inocente...
pode ser por ser demasiado fraca...
pode ser por ser demasiado silenciosa...
pode ser por ser demasiado observadora...
pela janela vejo tantas vidas tão diferentes e iguais...
pela janela vejo tantos olhos mal amados...
pela janela vejo as mesmas angustias e desesperos... a mesma fome... a mesma falta de carinho...
sobrevivem.
morrem aos poucos... e deixam as suas sementes. Os filhos gritam e a chuva não vem... a terra queima e as sementes não crescem...
a vida é um pedaço de nada... pó das estrelas... e em pó continua...
Another head hangs lowly,
Child is slowly taken.
And the violence caused such silence,
Who are we mistaken?
But you see, it's not me, it's not my family.
In your head, in your head they are fighting,
With their tanks and their bombs,
And their bombs and their guns.
In your head, in your head, they are crying...
In your head, in your head,
Zombie, zombie, zombie,
Hey, hey, hey.
What's in your head,
In your head,
Zombie, zombie, zombie?
Hey, hey, hey, hey, oh, dou, dou, dou, dou, dou...
Another mother's breakin',
Heart is taking over.
When the vi'lence causes silence,
We must be mistaken.
It's the same old theme since nineteen-sixteen.
In your head, in your head they're still fighting,
With their tanks and their bombs,
And their bombs and their guns.
In your head, in your head, they are dying...
In your head, in your head,
Zombie, zombie, zombie,
Hey, hey, hey.
What's in your head,
In your head,
Zombie, zombie, zombie?
Hey, hey, hey, hey, oh, oh, oh,
Oh, oh, oh, oh, hey, oh, ya, ya-a...
pode ser por ser demasiado fraca...
pode ser por ser demasiado silenciosa...
pode ser por ser demasiado observadora...
pela janela vejo tantas vidas tão diferentes e iguais...
pela janela vejo tantos olhos mal amados...
pela janela vejo as mesmas angustias e desesperos... a mesma fome... a mesma falta de carinho...
sobrevivem.
morrem aos poucos... e deixam as suas sementes. Os filhos gritam e a chuva não vem... a terra queima e as sementes não crescem...
a vida é um pedaço de nada... pó das estrelas... e em pó continua...
Another head hangs lowly,
Child is slowly taken.
And the violence caused such silence,
Who are we mistaken?
But you see, it's not me, it's not my family.
In your head, in your head they are fighting,
With their tanks and their bombs,
And their bombs and their guns.
In your head, in your head, they are crying...
In your head, in your head,
Zombie, zombie, zombie,
Hey, hey, hey.
What's in your head,
In your head,
Zombie, zombie, zombie?
Hey, hey, hey, hey, oh, dou, dou, dou, dou, dou...
Another mother's breakin',
Heart is taking over.
When the vi'lence causes silence,
We must be mistaken.
It's the same old theme since nineteen-sixteen.
In your head, in your head they're still fighting,
With their tanks and their bombs,
And their bombs and their guns.
In your head, in your head, they are dying...
In your head, in your head,
Zombie, zombie, zombie,
Hey, hey, hey.
What's in your head,
In your head,
Zombie, zombie, zombie?
Hey, hey, hey, hey, oh, oh, oh,
Oh, oh, oh, oh, hey, oh, ya, ya-a...
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